Sabe a Lu, da Magalu? Com certeza você sabe. Se tem alguém que já é de casa, é ela, a influenciadora virtual da plataforma digital de varejo brasileira multicanal. Mas que desde 1957 atua enquanto marca dona de uma grande rede de lojas e franquias, Magazine Luiza. 
 

E é provável que ela seja um dos grandes marcos desse movimento digital que busca a aproximação com as pessoas, sem negar a essência moderna e tecnológica que a sustenta. 
 

Mas há outras iniciativas além dela, assim como toda uma tendência desta espécie de realidade paralela. Neste texto, serão abordados alguns exemplos de influenciadores, sua comunicação com o público e o tal ambiente virtual chamado metaverso. Confira!

 

Influenciadores virtuais: o virtual humanizado como tendência

 

A Lu surgiu em 2003 com o intuito de humanizar a experiência de compra no e-commerce do Magazine Luiza e levar o atendimento que a empresa tanto prezava que houvesse no site de compras. 
 

E agora ela é a garota propaganda, comunicadora oficial e símbolo de acesso e modernização em compras virtuais, cada vez mais presente até mesmo nas famílias mais simples e tradicionais. Seja nas propagandas de TV, outdoors, fachadas de lojas, redes sociais ou aplicativos, é a Lu quem se comunica de forma simples, acessível e bem dinâmica com os usuários do serviços e também possíveis clientes da marca.
 

Mas nesse desafio de comunicar com empatia, de forma humanizada e próxima das pessoas, outros influenciadores vem surgindo. Um outro exemplo recente e com expectativa de muito sucesso entre as pessoas é a Satiko. 
 

A mistura de avatar da empresária e apresentadora Sabrina Sato com uma figura dotada de personalidade própria é a Satiko. E, por mais impreciso que seja o seu papel, considerando que seu lançamento é bem recente, a personagem já conta com mais de 30 milhões de seguidores em sua conta no Instagram.
 

A própria Sabrina, em depoimentos à imprensa e manifestações em canais e redes sociais, compartilha que a “Satiko nasceu com a proposta de ampliar a forma como interage e se comunica com seu público” e adianta que ela vai viver experiências e propostas que, muitas vezes a ex-BBB não tem tempo de viver. Interessante, não é?

 

Influenciadores virtuais: resultado ou prenúncio do metaverso?

 

Ainda que de certa forma os influenciadores já se apresentem para nós antes mesmo das conversas públicas sobre metaverso, eles estão mais para resultado ou reflexo desta realidade virtual que já se desenhava há algum tempo atrás. 
 

Aliás, é importante explicar que metaverso nada mais é do que o nome dado para denominar um ambiente virtual imersivo, coletivo e hiper-realista próprio para convívio de pessoas por meio de seus avatares customizados em 3D. Ou seja, a nossa internet atual, só que bem mais evoluída. 
 

O próprio Facebook, inclusive, do Mark Zuckerberg, passou a se chamar Meta, em alusão ao metaverso, já que o programador e empresário não quer que a companhia seja reconhecida apenas pelas redes sociais, mas vista como um metaverso. O CEO acredita que o metaverso é a próxima fronteira e por isso merece toda essa atenção.

 

Influenciadores, metaverso e as demandas de mercado de públicos engajados

 

A necessidade de uma comunicação humanizada, por meio de personagens que gerassem certa empatia pela familiaridade e uso de recursos tecnológicos é uma das principais justificativas do aumento da presença de influenciadores virtuais. 
 

Assim, não apenas para vender produtos ou ideias, estas personificações geram comoção entre as pessoas e facilitam o diálogo em espaços e serviços, como nos próprios edifícios inteligentes. 
 

Nestes “smart buildings” são necessários mecanismos de controle, comunicação e resolução de tarefas. E, considerando a correria do dia a dia e necessidade de uma solução prática e funcional, a saída tem sido incorporar aos residenciais uma assistente virtual.
 

Anna é a personificação do edifício inteligente, já que tem o papel de manter informados todos os moradores acerca dos acontecimentos do local. Ela se comunica com as pessoas por meio de mensagem de texto no aplicativo Neo, SMS e também com o reconhecimento de voz.
 

Assim, consegue realizar confirmações de serviços contratados, bem como avisos de emergência e comunicados internos do síndico. Ela também “conversa com os moradores do local sobre manutenções, consumos de água, energia e gás, com vista na busca de uma postura mais econômica. E ainda atua como uma ferramenta de controle de entrada e saída de um prestador de serviço, bem como se o serviço foi efetivado. Ou seja, a saída para uma comunicação mais satisfatória e acessível.
 

A imagem que a Anna tem pode, sim, variar de acordo com o local que ela representa. No Cosmopolitan, por exemplo, que é o primeiro smart building da região de Itapema (SC), ela leva características que a identificam com os possíveis moradores e demais investidores do empreendimento. 
 

Ela é uma mulher jovem, simpática, descontraída e com traços físicos dos típicos moradores de Meia Praia, no litoral catarinense. E foi a partir de muito estudo que ela ganhou vida e hoje, além de estar apta a se comunicar com as pessoas, ela comunica também a imagem do empreendimento da empresa Sorriso para todos aqueles que buscam o lugar perfeito para chamar de seu.
 

Se você também acredita no potencial dos influenciadores digitais e tem algum palpite dos próximos passos dentro do metaverso, traga para a Interativa! Nossa equipe acompanha e estuda tendências para entregar em forma de trabalhos incríveis o que inicialmente parece apenas um novo desafio!

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