Você já escutou a palavra Branding?

Ela quer dizer gestão de marcas, ou seja, o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. Através dela são tomadas decisões para que as marcas aperfeiçoem o valor na relação empresas x consumidores.

Branding, diferente de que muitos pensam, não se trata apenas de criar logotipos, desenhar embalagens e vender propagandas que afaguem o ego dos envolvidos. Ao cuidar do branding, etapas como criação, desenvolvimento, administração e comunicação de organizações estão envolvidas.

Para Helio Moreira, diretor da NewGrowing Design & Branding, agência especializada em design de marcas, identidade visual e estratégias de branding, "essa termologia é nova, mas vem sendo aplicada há muito tempo por grandes companhias e aos poucos começa a fazer parte do cotidiano das pequenas e médias. Por isso, é importante entender, em primeiro lugar, o que significa, para depois colocá-la em prática".

Moreira explica que "nos últimos anos a evolução das marcas mudou o comportamento de gestão de algumas companhias. Partindo da promessa à entrega, de dentro para fora, da teoria para a prática. Sendo assim, está cada vez mais claro que a marca deve ser melhor gerenciada e tratada como um ativo estratégico e com uma gestão específica. Não mais apenas como uma simples "logomarca" jogada no mercado".

Atenção com os erros

Muitas empresas já investiram fortunas em comunicação, sem que suas marcas parassem de se enfraquecer, perdessem margens de lucro, participações de mercado e, pior, a confiança dos seus públicos. Jaime Troiano, presidente do Grupo Troiano de Branding, destaca 10 frases que são preciso saber para que empresas não cometam erros quando o assunto é Branding.

1. Confundir aparência com essência;

2. Supor que as marcas criam necessidades novas;

3. Esquecer que o valor das marcas é uma fração importante do valor das empresas;

4. Imaginar que todos os consumidores amam marcas;

5. Supor que um nome é suficiente para que a marca tenha êxito;

6. Estender o uso de marca de forma indiscriminada;

7. Desconsiderar o brand corporativo;

8. Criar "puxadinhos" na arquitetura das marcas;

9. Tratar a marca como se fosse um tapume que esconde como a empresa é de verdade;

10. Ignorar que as marcas são fortes o suficientes para resistir a essas 9 lições.

Fonte: Administradores

Comercial

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